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“ mais importante que a velocidade é a direção..."
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segunda-feira, 19 de março de 2018
AMOR NUNCA CONTADO
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Um ensaio sobre a passagem
Chegará talvez o dia que passará, talvez um dia talvez três
Mas você sabe que passará, que tudo passa
Que toda ferida cicatriza, queiramos ela ou não
Mas você sabe que passará, que um dia vai passar
Que toda história que não acontece, passará
Mas você sabe que passará, talvez um mês ou talvez seis
Querendo ou não, você sabe que passará, um dia
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Espera...
A espera é sempre a mesma, e vai cada vez sendo convencida que não vale mais a pena esperar..
O tempo passou, a história foi escrita na sua memória e lembre-se dela..
Lembre-se dela enquanto ainda está aí. Lembre-se que esquecimento começa logo, que tudo se esvai assim que não continua, que deixa de ser..
O esforço acaba porque foi pedido e vontade de quem se ama se respeita. Se deixa, se solta, sem orgulho, só pra fazer a felicidade voltar e ter morada em um dos dois.
São horas que a felicidade escolhe um par. Felicidade que outrora andava por entre a gente, não cobrava nada, vivia sorrindo e dormindo de conchinha, fazia graça e pedia atenção!
Felicidade daquelas que a gente quer de volta, mas não pode ter. Tem que se virar com memórias e rostos apagados, aquela voz no ouvido que só se pode ouvir enquanto dorme, aqueles sonhos que acorda na hora boa e que não se lembra depois de estar de pé.
Aquelas fotos que trazem as lágrimas e os pensamentos do que foi. Enquanto isso, a espera é sempre a mesma, quer se convencer que alguma coisa vai valer a pena por esperar..
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Tenho me esforçado por não rir dos homens, das suas atitudes e hipocrisia. Tenho me esforçado por entendê-los. E não rir de mim. E talvez por isso, por quase odiá-los, e a mim mesmo, me convido à uma compreensão de toda humanidade, a cada dia que saio de casa. E cada vez que faço isso, fico entristecido, lúcido e descontente, cada vez mais.. Somos um rio de erros, que corre, e leva esses mesmos erros, apagando-os da memória, e trazendo outros desacertos fortuitos quando surge um novo dia. Seria nossa nova chance? acordar dia após dia reprogramados? O erro, a precipitação vem da tentativa. E vamos continuar tentando... Imaginemos algo precioso, como a beleza mais bela, como se não pudéssemos nunca ter visto nada igual! Ter a coragem da contemplação como se tudo fosse novo e nossos olhos capazes de pintar a arte dos detalhes em nossas mentes problemáticas..
sábado, 21 de agosto de 2010
ciranda
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
divindade da criação
Deus, acreditar nele, ter uma religião. Tudo isso é muito mais simples. O problema é que, inventaram muita estória. Inventaram muitas preocupações que não precisamos ter. E de quem é a culpa? Deixo essa pergunta pra ser respondida numa outra oportunide. Eu, considero-me agnóstico, ou “alguém que admita ser impossível ter o conhecimento objetivo sobre a questão”. Toda a resposta, assim, nasce à minha frente. Admitir que a razão não pode penetrar o mundo sobrenatural diferencia dos que tentam explicar, pela capacidade de afirmar pela razão, a veracidade de uma crença em um Deus. O agnóstico pode ver que não existe razão para crer em um deus, como também pode ser aquele que acredita num deus apenas pela fé. O agnóstico, não é um ateu.
Sempre me considerei agnóstico, mesmo antes de saber a etimologia da palavra (Agnosticismo: deriva da palavra grega "agnostos", formada com o prefixo de negação "a -" anteposto a "gnostos" - conhecimento). Lembro da primeira vez que me “declarei” como tal. Claro, como sempre, vem daquela minha velha mania de buscar a verdade (e não o porque). Entenda por verdade aqui, o mesmo que procurar saber a razão e a realidade dos fatos, não crer só por crer e pronto.
Lembro-me, prefiro não dizer onde li, que a base da fé seria Deus. Para que eu aceite isso como verdade, precisaria saber antes, o que seria “Deus” e, se existe mesmo ou, quantos deles existem. Acho que existe sim, mais de um e que cada um tem o seu. Os novos Ateus atacam a “base” da fé, dizendo que não pode haver mais de um Deus. Eles vão bem mais longe e, é claro, são munidos de argumentos onde, a razão não conseguiria nenhum espaço. Espaço num mundo que não conhecemos, ou que ainda não tenhamos amadurecimento para sermos dignos ou capazes de entender. Espaço que nem sabemos qual é. Espaço onde a razão não poderia explicar nada. Um dos argumentos que usam é afirmar que não há nenhum indício de criação divina no que tange a origem do universo ou de nosso planeta e que não há nenhuma prova concreta de que Deus tenha alguma participação. Também dizem que qualquer inteligência criativa suficientemente sofisticada para projetar algo “só se desenvolve após um longo processo de evolução gradual”. Aceitar que a crença no divino permite o homem criar além da sua razão me parece plausível. Alguém que não acredite que um poder superior pode ser responsável pelo mundo que habitamos, é de sem dúvida um ser humano limitado. Veja como na época do renascimento parecia que havia obra divina em todas aquelas telas. Admita apenas que é possível.
