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sábado, 21 de agosto de 2010

ciranda

Um trecho de algum pensamento, uma parte de algum sentimento
... E como se não bastasse perder o compasso da ciranda, a criança cresceu sem infância. Perdeu a pedrinha da amarelinha. Já não escutava mais nada, porém também não parava mais de cantar. Tinha esperança que fosse ser ouvida por alguém. A criança não sabia mais o que via ou, se o que via, eram seus sonhos ou a realidade da qual sempre fugira. Tinha medo de que fosse ouvida? Não queria sentir a sua realidade. A criança escolheu se calar, assim não precisavam ouvi-la chorar. Era a contoria calada, o grito desesperado e tranqüilo de uma criança conformada.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Onde quer que você esteja, todos nós lidamos com uma única lei, a lei da atração. Esse é “o segredo” do Segredo. Tudo que adentra a sua vida é você, a peça de atração. Você atrai o que pensa, o que está se projetando na sua mente. Do maior desespero vem o maior presente. Você estava lá o tempo todo de olhos bem abertos mas nada conseguia ver. Já pensou nisso? Já pensou que você pode estar fazendo questão de ser limitado? Há muito tempo sabe-se, que o maior poder é o da atração, é a lei mais poderosa do universo. A ação nem sempre gera uma reação, e a reação pode não ser a que você espera. Da Vinci representou em suas pinturas todo esse poder de atração. Van Gogh “se suicidou” e com ele todo seu talento quando a depressão lhe obrigou a colocar em suas telas todo o seu Eu defeituoso, duvidoso e inseguro, suicidou sua genialidade criativa. A lei da atração sempre existiu, desde os primórdios dos tempos. A lei da atração quebra e desmistifica a crendice do destino como alguma coisa “imutável” e planejada. Nada está planejado. É a lei que determina a completa ordem no Universo, cada passagem da sua vida e os pormenores da sua existência. O seu pensamento é que põe em ação e permite que a lei dê forma a toda sua experiência de vida. Para alcançar qualquer coisa, comece eliminando os pensamentos contraditórios. Elimine a dúvida e tenha pensamentos fixos e predominantes no que quer. Dinheiro é o melhor exemplo. Como explicar e fortuna de Sílvio Santos? (Lembre-se que ele começou sendo camelô no Rio de Janeiro). Pensamentos predominates em obter riqueza. Quando ele decola os aviõezinhos no topa-tupo por dinheiro ele está pensando em dinheiro. Quando não quis pagar o valor pedido pelos bandidos quando foi seqüestrado, advinhe? Ele estava pensando em quanto dinheiro iria perder. Quando paga uma tele-sena, está pensando em dinheiro! Quando criou o Banco Panamericano, estava mentalizando as verdinhas! E imagine com o que ele sonha.. E para manter toda a sua “riqueza”, Silvio Santos não permite que pensamentos terríveis de perda invadam a sua mente, ganhem o seu subconsciente e ascendam por mínimas janelinhas killers para o seu “Eu consciente”. A lei da atração é reativa aos seus pensamentos não importa quais eles sejam. Assim cuidado com o que pensas. Pense como se fosse um imã capaz de atrair tudo ao seu encontro. Seus pensamentos são como forças magnéticas.

domingo, 15 de agosto de 2010

divindade da criação

Deus, acreditar nele, ter uma religião. Tudo isso é muito mais simples. O problema é que, inventaram muita estória. Inventaram muitas preocupações que não precisamos ter. E de quem é a culpa? Deixo essa pergunta pra ser respondida numa outra oportunide. Eu, considero-me agnóstico, ou “alguém que admita ser impossível ter o conhecimento objetivo sobre a questão”. Toda a resposta, assim, nasce à minha frente. Admitir que a razão não pode penetrar o mundo sobrenatural diferencia dos que tentam explicar, pela capacidade de afirmar pela razão, a veracidade de uma crença em um Deus. O agnóstico pode ver que não existe razão para crer em um deus, como também pode ser aquele que acredita num deus apenas pela fé. O agnóstico, não é um ateu.

Sempre me considerei agnóstico, mesmo antes de saber a etimologia da palavra (Agnosticismo: deriva da palavra grega "agnostos", formada com o prefixo de negação "a -" anteposto a "gnostos" - conhecimento). Lembro da primeira vez que me “declarei” como tal. Claro, como sempre, vem daquela minha velha mania de buscar a verdade (e não o porque). Entenda por verdade aqui, o mesmo que procurar saber a razão e a realidade dos fatos, não crer só por crer e pronto.

Lembro-me, prefiro não dizer onde li, que a base da fé seria Deus. Para que eu aceite isso como verdade, precisaria saber antes, o que seria “Deus” e, se existe mesmo ou, quantos deles existem. Acho que existe sim, mais de um e que cada um tem o seu. Os novos Ateus atacam a “base” da fé, dizendo que não pode haver mais de um Deus. Eles vão bem mais longe e, é claro, são munidos de argumentos onde, a razão não conseguiria nenhum espaço. Espaço num mundo que não conhecemos, ou que ainda não tenhamos amadurecimento para sermos dignos ou capazes de entender. Espaço que nem sabemos qual é. Espaço onde a razão não poderia explicar nada. Um dos argumentos que usam é afirmar que não há nenhum indício de criação divina no que tange a origem do universo ou de nosso planeta e que não há nenhuma prova concreta de que Deus tenha alguma participação. Também dizem que qualquer inteligência criativa suficientemente sofisticada para projetar algo “só se desenvolve após um longo processo de evolução gradual”. Aceitar que a crença no divino permite o homem criar além da sua razão me parece plausível. Alguém que não acredite que um poder superior pode ser responsável pelo mundo que habitamos, é de sem dúvida um ser humano limitado. Veja como na época do renascimento parecia que havia obra divina em todas aquelas telas. Admita apenas que é possível.